Quando alguém sofre com ansiedade de forma recorrente, uma das primeiras perguntas que costuma surgir é: “por que isso está acontecendo comigo?”. Essa pergunta é natural, mas nem sempre a resposta é simples. Muitas pessoas procuram uma causa única: um trauma específico, um desequilíbrio químico, um problema de infância, uma fase estressante ou uma característica de personalidade. O problema é que a ansiedade raramente nasce de um fator isolado. Em geral, ela se desenvolve e se mantém por uma combinação de vulnerabilidades, experiências, hábitos, interpretações mentais e reações fisiológicas. Essa é uma das ideias centrais de Vencendo a ansiedade e a fobia: guia prático.
No segundo capítulo do livro, Edmund J. Bourne toma o cuidado de desfazer dois erros comuns. O primeiro é a chamada “falácia biológica”, isto é, a crença de que a ansiedade seria causada apenas por um defeito físico ou neuroquímico. O segundo é a “falácia psicológica”, a ideia de que tudo seria fruto apenas de traumas, conflitos internos ou padrões emocionais. O autor argumenta que ambas são reducionistas. A ansiedade costuma envolver componentes biológicos, psicológicos, comportamentais e ambientais interagindo entre si.
Essa visão é importante porque muda a forma de buscar solução. Se a ansiedade tem múltiplas causas e mantenedores, a recuperação também precisa ser multifatorial. Não basta procurar um culpado. É mais útil entender os mecanismos que aumentam a vulnerabilidade, os gatilhos que precipitam o problema e os fatores que o mantêm ativo ao longo do tempo.
Este é o terceiro artigo do nosso silo. Se você ainda não leu os anteriores, vale seguir esta ordem:
- Como vencer a ansiedade: guia completo para entender, tratar e prevenir recaídas
- Transtornos de ansiedade: sintomas, tipos e diferenças entre ansiedade normal e transtorno
Agora vamos ao ponto central: quais são as principais causas da ansiedade?
Não existe uma causa única da ansiedade
O livro deixa isso muito claro: não há uma causa única que explique todos os transtornos de ansiedade. Em vez disso, o autor organiza o problema em grandes grupos de fatores. Ele fala de causas predisponentes de longo prazo, causas biológicas, causas desencadeantes de curto prazo e causas de manutenção da ansiedade. Essa organização é extremamente útil porque mostra que a ansiedade não é um evento aleatório, mas também não é um destino fixo. Ela costuma ser o resultado de um processo.
Em termos práticos, a pessoa pode já ter uma predisposição maior, viver situações de infância que aumentam vulnerabilidade, acumular estresse por anos, passar por um gatilho agudo e, depois, sem perceber, manter o problema por meio de evitação, diálogo interno catastrófico, tensão corporal e estilo de vida desregulado.
Em outras palavras: a causa que inicia nem sempre é a mesma que mantém.
Essa distinção é decisiva. Muita gente fica presa tentando descobrir “o que originou tudo”, quando, no presente, o que mais alimenta a ansiedade pode ser outra coisa: excesso de preocupação, sono ruim, fuga de situações, perfeccionismo ou autocrítica constante.
Causas predisponentes de longo prazo
O primeiro grupo descrito no livro reúne fatores que tornam a pessoa mais vulnerável ao desenvolvimento de ansiedade ao longo da vida. Eles não determinam sozinho o problema, mas criam terreno favorável. Entre esses fatores, o autor destaca três: hereditariedade, circunstâncias da infância e estresse acumulado ao longo do tempo.
Hereditariedade
A hereditariedade aparece no livro como uma vulnerabilidade real, mas não absoluta. O autor explica que não se herda necessariamente um transtorno específico, como pânico, agorafobia ou fobia social, mas sim uma predisposição geral para reagir com maior excitabilidade, sensibilidade ou intensidade diante de estressores. Essa predisposição pode aumentar a probabilidade de desenvolver transtornos de ansiedade, dependendo do ambiente e das experiências de vida.
Isso é importante porque evita duas conclusões erradas. A primeira é pensar: “se é genético, não há o que fazer”. A segunda é supor: “se meus pais eram ansiosos, então estou condenado a repetir a história”. O livro não sustenta isso. Ele sugere que a herança biológica funciona como vulnerabilidade, não como sentença.
Uma pessoa pode nascer com maior reatividade fisiológica, maior sensibilidade ao estresse ou tendência a estados de apreensão, mas o tipo de transtorno que eventualmente se desenvolverá também dependerá de aprendizagem, ambiente, experiências e padrões de enfrentamento.
Circunstâncias da infância
O livro dá bastante espaço ao papel das circunstâncias da infância. Ele apresenta a ideia de que certos ambientes familiares podem predispor ao desenvolvimento de ansiedade, especialmente quando a criança cresce exposta a mensagens constantes de perigo, crítica excessiva, insegurança emocional, dependência ou repressão afetiva.
Entre os exemplos destacados, estão contextos em que:
- os pais comunicam uma visão excessivamente cautelosa do mundo;
- são muito críticos e exigentes;
- estimulam insegurança emocional e dependência;
- reprimem a expressão de sentimentos e autoafirmação.
Esse conjunto pode contribuir para diferentes formas de ansiedade mais tarde. Uma criança que cresce ouvindo que o mundo é perigoso pode desenvolver mais evitação e hipervigilância. Alguém criado sob crítica constante pode se tornar extremamente autoconsciente, perfeccionista e vulnerável à ansiedade social. Uma infância marcada por dependência e superproteção pode favorecer agorafobia, medo de autonomia ou necessidade excessiva de segurança.
O ponto central aqui não é culpar pais ou simplificar biografias. O ponto é entender que experiências repetidas ajudam a formar crenças sobre segurança, competência, valor pessoal e capacidade de lidar com o desconforto.
Estresse acumulado ao longo do tempo
O autor também destaca o estresse cumulativo como uma importante causa predisponente. Diferentemente de um evento único, ele se refere ao acúmulo de pressões, mudanças, responsabilidades, conflitos e sobrecarga ao longo de meses ou anos. Esse acúmulo pode reduzir gradualmente a capacidade de adaptação do organismo e aumentar a vulnerabilidade à ansiedade.
Isso ajuda a entender por que algumas pessoas não conseguem apontar um único momento de origem. Em muitos casos, a ansiedade não “começou do nada”. Ela foi sendo preparada por um contexto prolongado de tensão: rotina esmagadora, conflitos não resolvidos, privação de descanso, excesso de cobrança, insegurança financeira, sobrecarga emocional e falta de recuperação.
Esse ponto se conecta diretamente com o artigo sobre recuperação ampla, porque não basta apenas “tratar sintomas”. Muitas vezes é preciso reorganizar o modo de vida:
Recuperação da ansiedade: a abordagem abrangente que trata corpo, mente e comportamento.
Causas biológicas da ansiedade
Um dos méritos do livro é reconhecer com seriedade os fatores biológicos, sem cair em determinismo. O autor dedica uma parte importante do capítulo às bases fisiológicas do pânico, da ansiedade generalizada e do transtorno obsessivo-compulsivo, além de discutir o papel de sistemas neuroquímicos e condições médicas que podem agravar ou simular ansiedade.
Fisiologia do pânico
Na discussão sobre pânico, o livro descreve a resposta de luta ou fuga como um mecanismo natural do corpo diante de ameaça. O problema surge quando esse sistema é ativado de forma intensa em contextos que não representam perigo real imediato. Nesse caso, o corpo reage como se estivesse diante de emergência: há liberação de adrenalina, aceleração cardíaca, hiperventilação, tremores, sudorese e outras alterações físicas.
Esses sintomas são reais. Eles não são “imaginação”. Mas a interpretação catastrófica do que está acontecendo costuma agravar ainda mais a ativação. Assim, o corpo vira gatilho para a mente, e a mente intensifica o corpo.
Neurotransmissores e sistemas cerebrais
O livro também menciona o envolvimento de sistemas cerebrais e neurotransmissores, especialmente serotonina, noradrenalina, glutamato e GABA, em diferentes formas de ansiedade. No caso da ansiedade generalizada, o autor discute a hipótese de papel importante do GABA, sistema associado à inibição e à resposta calmante. Já no TOC e em outros transtornos, a serotonina aparece com destaque.
A mensagem principal não é que “falta serotonina” ou “falta GABA” explique tudo sozinho. O ponto é que existem bases neurofisiológicas reais envolvidas, o que ajuda a compreender por que a ansiedade tem expressão corporal tão forte e por que, em alguns casos, medicação pode ter utilidade como parte do tratamento.
Condições médicas que podem causar ou agravar ansiedade
Outro ponto fundamental do capítulo é a lembrança de que algumas condições médicas podem provocar sintomas semelhantes aos da ansiedade ou piorar um quadro já existente. O livro cita, entre outras possibilidades:
- síndrome de hiperventilação;
- hipoglicemia;
- hipertireoidismo;
- prolapso da válvula mitral;
- síndrome pré-menstrual;
- distúrbios do labirinto;
- reação a substâncias e estimulantes;
- abstinência de álcool, sedativos ou tranquilizantes;
- algumas condições cardíacas, endócrinas e neurológicas.
Essa observação tem grande valor prático. Nem toda ansiedade deve ser lida apenas como problema psicológico. Quando os sintomas são intensos, atípicos ou acompanhados de outras alterações físicas, investigação médica pode ser essencial.
Causas desencadeantes de curto prazo
Além das predisposições e fatores biológicos, o livro fala de eventos que funcionam como gatilhos. Eles não explicam tudo, mas podem precipitar o aparecimento mais evidente da ansiedade, especialmente em quem já está vulnerável. O autor organiza essas causas de curto prazo em três grandes grupos: estressores que precipitam ataques de pânico, condicionamento e origem das fobias e trauma.
Estressores que precipitam ataques de pânico
Segundo o livro, um primeiro ataque de pânico frequentemente é precedido por evento ou período estressante. Isso pode incluir perda pessoal significativa, mudança de vida relevante, excesso de estimulantes ou uso de drogas recreativas.
Exemplos comuns:
- morte ou separação;
- perda de emprego;
- mudança de cidade;
- gravidez ou puerpério;
- doença;
- crise financeira;
- uso excessivo de cafeína, anfetaminas ou outras substâncias.
O ponto aqui é importante: o gatilho pode parecer “pequeno” quando visto de fora, mas tornar-se suficiente para disparar um quadro em alguém já fragilizado por predisposição e estresse acumulado.
Condicionamento e origem das fobias
O livro explica que muitas fobias se desenvolvem por processos de condicionamento. Uma experiência negativa, um susto intenso, uma associação entre sensação corporal e ambiente, ou mesmo observação de medo em outra pessoa pode ensinar o cérebro a vincular um objeto, lugar ou situação a perigo.
Exemplos:
- ter um mal-estar em um supermercado e passar a temer supermercados;
- viver uma crise de ansiedade dirigindo e começar a evitar rodovias;
- ser ridicularizado em público e desenvolver medo de apresentações;
- sofrer uma reação intensa em elevador e passar a evitá-los.
Esse processo mostra como a ansiedade aprende por associação. E isso é importante porque o que foi aprendido também pode ser desaprendido por exposição gradual — tema do nosso artigo:
Fobias e evitação: como a exposição ajuda a perder o medo aos poucos.
Trauma
O capítulo também aborda trauma como fator importante em alguns quadros de ansiedade, especialmente no estresse pós-traumático, mas não só. Experiências traumáticas podem criar estados de hipervigilância, medo condicionado, lembranças intrusivas e tentativas persistentes de evitar qualquer coisa que recorde o ocorrido.
Nem toda ansiedade nasce de trauma, mas em muitos casos ele é parte essencial da história.
Causas de manutenção da ansiedade
Talvez a parte mais valiosa do capítulo seja a que trata dos fatores que mantêm a ansiedade. Mesmo quando o gatilho inicial já passou, o problema pode continuar ativo porque certos padrões passam a retroalimentá-lo. O livro lista uma série de causas mantenedoras. Essa lista é extremamente rica para quem quer entender por que a ansiedade persiste.
Evitação de situações fóbicas
Evitar traz alívio imediato, mas fortalece o medo. O cérebro aprende que a fuga “salvou” a pessoa, então a situação parece ainda mais perigosa da próxima vez. É por isso que a vida vai encolhendo em muitos quadros ansiosos.
Dependência de comportamentos de segurança
O livro descreve comportamentos de segurança como manobras usadas para tentar prevenir catástrofes ou reduzir desconforto: checar saídas, sentar perto da porta, levar água, buscar garantias, ir acompanhado, controlar rotas, monitorar o corpo, pedir tranquilização, entre outros. Essas estratégias parecem ajudar, mas acabam mantendo a crença de incapacidade.
Diálogo interno ansioso
A forma como a pessoa fala consigo mesma influencia diretamente a ansiedade. Frases internas catastróficas ampliam sintomas e reforçam medo. O livro dá bastante ênfase a esse ponto, que será aprofundado em:
Diálogo interno ansioso e crenças equivocadas: como parar pensamentos que alimentam o medo.
Crenças equivocadas
Além do diálogo imediato, existem crenças mais profundas sobre vulnerabilidade, perfeccionismo, necessidade de controle e incapacidade de suportar desconforto. O autor mostra que essas crenças distorcem a leitura da realidade e mantêm o sistema de alarme ativado.
Sentimentos reprimidos
Raiva, tristeza, frustração e outras emoções não reconhecidas ou não expressas podem contribuir para um estado interno de tensão constante. O livro trata esse ponto com bastante sensibilidade: emoções reprimidas não explicam tudo, mas podem ser parte importante do quadro, especialmente em pessoas muito controladas ou autoexigentes.
Falta de assertividade
Dificuldade de dizer não, colocar limites, pedir o que precisa ou se posicionar pode gerar ressentimento, tensão e sensação crônica de impotência. Esse padrão aparece com frequência em pessoas ansiosas.
Falta de habilidades de autocuidado
O autor fala de uma sensação generalizada de insegurança ligada a históricos de negligência, abuso, superproteção ou dependência. Quando a pessoa não desenvolve confiança em si para cuidar das próprias necessidades, fica mais suscetível à ansiedade.
Tensão muscular
O corpo tenso alimenta a mente ansiosa, e a mente ansiosa mantém o corpo tenso. Essa interação é central no livro e explica por que relaxamento não é detalhe, mas parte do tratamento.
Estimulantes e fatores dietéticos
Cafeína, açúcar em excesso e outras substâncias podem aumentar a excitabilidade fisiológica e tornar a pessoa mais vulnerável a sintomas de ansiedade e pânico.
Estilo de vida de alto estresse
Rotina acelerada, pressão contínua, falta de descanso e ausência de tempo de recuperação criam um terreno permanente para ansiedade. Isso ajuda a entender por que algumas pessoas não melhoram enquanto continuam presas ao mesmo modo de vida que alimenta o problema.
Baixa autoestima
A obra também associa autoestima frágil à manutenção da ansiedade. Quem se percebe como inadequado, incapaz ou insuficiente tende a viver mais ameaça, vergonha e necessidade de controle.
Falta de significado ou senso de propósito
Esse é um diferencial importante do livro. O autor sugere que vazio existencial, falta de direção e sensação de vida sem propósito podem tornar a ansiedade mais provável ou mais persistente. Quando a pessoa se sente paralisada, desconectada do que realmente importa ou afastada do próprio potencial, a ansiedade encontra terreno fértil.
Esse tema conversa com o artigo:
Autoestima, assertividade e emoções reprimidas: fatores invisíveis que mantêm a ansiedade.
O modelo mais útil: predisposição + gatilho + manutenção
Se quisermos resumir o capítulo em uma fórmula prática, ela seria mais ou menos assim:
predisposição + gatilho + fatores de manutenção = ansiedade persistente
Essa é uma forma simples de organizar o raciocínio:
- a predisposição prepara o terreno;
- o gatilho precipita;
- a manutenção prolonga.
Esse modelo é poderoso porque tira a ansiedade do campo do mistério. Em vez de pensar “isso simplesmente aconteceu comigo”, a pessoa começa a enxergar camadas:
- o que me tornou mais vulnerável?
- o que precipitou a crise?
- o que estou fazendo hoje, sem perceber, que mantém o problema?
Responder a essas perguntas muda o foco do passado fixo para a ação possível no presente.
Como descobrir suas causas principais
No fim do capítulo, o livro propõe uma reflexão prática sobre os fatores que podem estar ajudando a manter a ansiedade. Essa proposta é muito útil, porque transforma teoria em autoconhecimento aplicado.
Você pode começar se perguntando:
- Minha ansiedade piora com evitação?
- Eu dependo demais de comportamentos de segurança?
- Meu diálogo interno é ameaçador?
- Eu vivo em tensão muscular?
- Consumo muitos estimulantes?
- Tenho um estilo de vida cronicamente estressante?
- Reprimo emoções com frequência?
- Tenho dificuldade de ser assertivo?
- Minha autoestima é frágil?
- Estou vivendo sem direção, significado ou propósito?
Responder com honestidade a essas perguntas costuma revelar mais sobre a manutenção da ansiedade do que passar meses tentando localizar uma única “causa original”.
Conclusão
As causas da ansiedade são múltiplas. Essa talvez seja a conclusão mais importante do capítulo 2 de Vencendo a ansiedade e a fobia. O autor mostra que hereditariedade, infância, estresse acumulado, mecanismos biológicos, gatilhos agudos, condicionamento, trauma, evitação, crenças, tensão corporal, estilo de vida e baixa autoestima podem todos participar do problema em graus diferentes.
Isso não torna a ansiedade mais confusa. Torna-a mais compreensível. Quando você entende que não existe uma única causa, também entende que a recuperação não depende de uma solução mágica. Ela depende de identificar quais fatores, no seu caso, foram predisponentes, quais atuaram como gatilho e quais continuam mantendo o ciclo ativo.
É justamente por isso que o próximo passo lógico do nosso silo é olhar para a saída de forma ampla, e não simplista. Continue em:
Recuperação da ansiedade: a abordagem abrangente que trata corpo, mente e comportamento.
Referências bibliográficas
BOURNE, Edmund J. Vencendo a ansiedade e a fobia: guia prático. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2024.
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